Figura 1 - Riqueza potencial de anfibios. Nos mapas as cores quentes (e.g., vermelhos) representam números elevados de espécies e cores frias (e.g., azuis) representam números baixos de espécies.
Figura 2 - Riqueza potencial de répteis. Nos mapas as cores quentes (e.g., vermelhos) representam números elevados de espécies e cores frias (e.g., azuis) representam números baixos de espécies
Figura 3 - Riqueza potencial de aves. Nos mapas as cores quentes (e.g., vermelhos) representam números elevados de espécies e cores frias (e.g., azuis) representam números baixos de espécies.
Figura 4 - Riqueza potencial de mamíferos. Nos mapas as cores quentes (e.g., vermelhos) representam números elevados de espécies e cores frias (e.g., azuis) representam números baixos de espécies.
Descrição dos padrões
O padrão de contração da riqueza potencial de espécies (Sudoeste-Nordeste e/ou Sul-Norte) é consistente para todos os grupos estudados e coincide con os resultados de modelos realizados a nível Europeu (Bakkenes et al. 2002; Thuiller et al. 2005; Araújo et al. 2006; Bakkenes et al. 2006; Harrison et al. 2006; Levinsky et al. 2007; Huntley et al. 2008) que foram sintetizados no IV relatório do IPCC (IPCC 2007). Este padrão de contração está associado a um aumento das condições de aridez (aumento de temperatura e redução da precipitação) nas regiões Sudoeste e Sul da Península Ibérica e conduz a uma migração potencial das espécies para regiões a Norte e Nordeste.





